QUEM SOMOS
Projeto
Consigo
O Projeto Consigo nasceu em 2020 como uma semente de educação patrimonial plantada pelo Ecomuseu de Maranguape. Reconhecida internacionalmente logo em sua gênese pelo Prêmio Ibermuseus de Educação, a iniciativa conectou 25 escolas públicas em uma rede de valorização do patrimônio cultural e das memórias locais entre os jovens estudantes.
O que começou como uma ação pontual evoluiu para um programa contínuo de graduação em fases. Em 2022, na Fase 2, o projeto foi laureado com o Prêmio Nacional Darcy Ribeiro (Ibram), com o subtítulo “Maranguape Cidade-Museu”. Ali, a cidade passou a ser compreendida como um acervo a céu aberto, onde cada rua, edificação histórica, praça, monumento, personalidade e cada cidadão guardam fragmentos da identidade maranguapense, a serem catalogados, sistematizados e visibilizados por meio de estratégias de curadoria comunitária.
Conheça a ação
Vozes do território:
Alunos da Rede Municipal Iniciam o Inventário Cultural Participativo
Em uma feliz coincidência com as celebrações da Semana da Água e da Árvore, o Projeto Consigo deu o pontapé inicial em suas atividades práticas formativas, levando às comunidades escolares uma proposta de conexão profunda com o território e a cultura locais.
O Ponto de Partida: Escola Municipal José de Moura
A primeira unidade a receber as ações foi a Escola Municipal José de Moura, localizada no distrito de Cachoeira. A escolha da instituição foi estratégica e afetiva: o local já é um terreno fértil para a educação patrimonial.
Desde 2008, o Ecomuseu de Maranguape desenvolve, em conjunto com os estudantes desta escola, o programa formativo “Agente Jovem do Patrimônio Cultural”. Essa base sólida de trabalho comunitário permitiu que o Projeto Consigo chegasse encontrando jovens já despertos para a importância de suas raízes.
Protagonismo Juvenil e Inventário Cultural
As atividades envolvem um grupo de 30 alunos, do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental. O objetivo é desafiador e inspirador: transformar esses estudantes em pesquisadores de sua própria realidade. Através da produção de um inventário cultural participativo, os jovens são incentivados a:
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Identificar os “fazedores de cultura” de suas comunidades;
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Mapear as linguagens artísticas presentes no território;
Cultura que Transforma
Lançar o projeto durante a Semana da Água e da Árvore reforça o conceito de que o meio ambiente não é apenas a natureza intocada, mas também o lugar onde vivemos, produzimos cultura e construímos nossa história. Ao olhar para o entorno, os alunos da Escola José de Moura não apenas estudam o passado, mas também plantam as sementes de um futuro mais sustentável e consciente.



Cronologia e Evolução
Reconhecimento Internacional
O projeto iniciou sua jornada com uma das referências de excelência ao conquistar o Prêmio Internacional em Educação em Museus do Ibermuseus. Nesta etapa inicial, o projeto esteve na metodologia de inventário etnográfico, estabelecendo as bases para a “Cultura Museológica” no Ecomuseu de Maranguape e em 25 Escolas do municipio
Territorialização e Políticas Públicas
Com a conquista do Prêmio Cultura Viva, através da PNAB (Política Nacional Aldir Blanc) e da Secult Maranguape, o projeto entra em sua fase de maior capilaridade. O objetivo atual é a expansão para todos os 17 distritos do município, integrando as 8 regiões culturais às redes de economia criativa e fortalecendo o protagonismo dos fazedores de cultura locais.
Territorialização e Políticas Públicas
Com a conquista do Prêmio Cultura Viva, através da PNAB (Política Nacional Aldir Blanc) e da Secult Maranguape, o projeto entra em sua fase de maior capilaridade. O objetivo atual é a expansão para todos os 17 distritos do município, integrando as 8 regiões culturais às redes de economia criativa e fortalecendo o protagonismo dos fazedores de cultura locais.